Há imenso tempo que não escrevia, hoje, o meu pequeno dicionário voltou a abrir-se… Afinal depois de tanta revolução na minha vida, focos de luz foram, a pouco e pouco, entrando na minha vida proporcionando-me, finalmente algumas imagens em movimento ao meu redor, que me fazem sorrir…
Por vezes pensamos em algo, de certa forma comum, como “carinho”, que associamos, mais que ao carinho entre todas as pessoas desde as amizades aos relacionamentos, ao dos pais! Àquele que todas as crianças têm assegurado, ou deveriam ter… Penso que a sensação de ser amado e querido deve ser sentido por todas as crianças e ao olhar o mundo em redor, pergunto: Será que todas as crianças recebem este dito carinho?
Penso que das famílias mais pobres, às menos, este carinho existe, no entanto, daí surgem outras questões: “Será que as crianças o sentem?” e “Será que os pais o demonstram da melhor forma?”
A meu ver, por muito que esse desejo de amar exista, nem todos o conseguimos expressar e transmitir de forma a que a outra pessoa o sinta de verdade. Creio que entre pais e filhos esta situação acontece, demais até…
Como é obvio não estou a pôr em causa a existência deste referido “carinho”, é algo que quero deixar claro, nem mesmo a dizer que somos incapazes de o demonstrar, digo sim que, dependendo de cada um de nós e de cada personalidade este carinho é expressado…
Existem pessoas orgulhosas sem capacidade para demonstrar afecto por outras, existem outras que tentam e nessa tentativa fracassam, podendo até ferir alguém… Isto não acontece apenas no sentimento, mas também em acções, esta foi a melhor forma que encontrei para exemplificar o tema de que vou falar a seguir…
Todos nós, em determinadas situações da vida temos que tomar decisões, aquelas que nos farão mais felizes, aquelas que se adequam mais aos nossos sonhos, aquelas que nos ajudam a concretizar os nossos objectivos. Sim, temos direito a isso! E por vezes temos pessoas tão ligadas ao nosso ser e ao nosso viver que, até mesmo nelas deveríamos pensar ao tomar essas mesmas decisões.
Podemos escolher vias mais fáceis, com que atropelamos tudo e todos apenas em função da nossa felicidade, mas será isto eticamente correcto? Eu não creio que seja… Magoar pessoas inocentes e, por vezes tão novinhas, apenas para obter o que nós desejamos, não é correcto, principalmente quando estas pessoas inocentes e pequeninas são importantes e especiais para nós.
Depois de tudo, depois da acção executada, eu sei que paira uma pergunta na cabeça do sujeito: “Será que tinha que ser assim? Não haveria outra forma?”, aliás, esta pergunta provavelmente não paira apenas na cabeça do sujeito… Há formas e formas de abordar assuntos, há formas e formas de realizar acções! Então, porque não ponderamos bem os prós e os contras? Porque não decidimos ir por outro caminho, aquele que não irá ferir tanto as pessoas envolvidas? Não encontrei resposta as estas perguntas, pensei muito, durante anos, mas não encontrei… Talvez não haja resposta… Talvez seja apenas a ignorância das pessoas a vir ao de cima…
Eu não sou ninguém para julgar, não sou ninguém para dizer o que é correcto ou não! Mas, será justo magoar uma criança ao ponto de a deixar psicologicamente de rastos? Será justo oferecer a imagem do seu sofrimento, a quem a rodeia? Será justos ferir tantas pessoas com uma simples acção que, poderia ter sido realizada de outra forma se tivesse sido ponderada com mais calma e precisão?
Eu julgo que não é justo.
Por vezes pensamos em algo, de certa forma comum, como “carinho”, que associamos, mais que ao carinho entre todas as pessoas desde as amizades aos relacionamentos, ao dos pais! Àquele que todas as crianças têm assegurado, ou deveriam ter… Penso que a sensação de ser amado e querido deve ser sentido por todas as crianças e ao olhar o mundo em redor, pergunto: Será que todas as crianças recebem este dito carinho?
Penso que das famílias mais pobres, às menos, este carinho existe, no entanto, daí surgem outras questões: “Será que as crianças o sentem?” e “Será que os pais o demonstram da melhor forma?”
A meu ver, por muito que esse desejo de amar exista, nem todos o conseguimos expressar e transmitir de forma a que a outra pessoa o sinta de verdade. Creio que entre pais e filhos esta situação acontece, demais até…
Como é obvio não estou a pôr em causa a existência deste referido “carinho”, é algo que quero deixar claro, nem mesmo a dizer que somos incapazes de o demonstrar, digo sim que, dependendo de cada um de nós e de cada personalidade este carinho é expressado…
Existem pessoas orgulhosas sem capacidade para demonstrar afecto por outras, existem outras que tentam e nessa tentativa fracassam, podendo até ferir alguém… Isto não acontece apenas no sentimento, mas também em acções, esta foi a melhor forma que encontrei para exemplificar o tema de que vou falar a seguir…
Todos nós, em determinadas situações da vida temos que tomar decisões, aquelas que nos farão mais felizes, aquelas que se adequam mais aos nossos sonhos, aquelas que nos ajudam a concretizar os nossos objectivos. Sim, temos direito a isso! E por vezes temos pessoas tão ligadas ao nosso ser e ao nosso viver que, até mesmo nelas deveríamos pensar ao tomar essas mesmas decisões.
Podemos escolher vias mais fáceis, com que atropelamos tudo e todos apenas em função da nossa felicidade, mas será isto eticamente correcto? Eu não creio que seja… Magoar pessoas inocentes e, por vezes tão novinhas, apenas para obter o que nós desejamos, não é correcto, principalmente quando estas pessoas inocentes e pequeninas são importantes e especiais para nós.
Depois de tudo, depois da acção executada, eu sei que paira uma pergunta na cabeça do sujeito: “Será que tinha que ser assim? Não haveria outra forma?”, aliás, esta pergunta provavelmente não paira apenas na cabeça do sujeito… Há formas e formas de abordar assuntos, há formas e formas de realizar acções! Então, porque não ponderamos bem os prós e os contras? Porque não decidimos ir por outro caminho, aquele que não irá ferir tanto as pessoas envolvidas? Não encontrei resposta as estas perguntas, pensei muito, durante anos, mas não encontrei… Talvez não haja resposta… Talvez seja apenas a ignorância das pessoas a vir ao de cima…
Eu não sou ninguém para julgar, não sou ninguém para dizer o que é correcto ou não! Mas, será justo magoar uma criança ao ponto de a deixar psicologicamente de rastos? Será justo oferecer a imagem do seu sofrimento, a quem a rodeia? Será justos ferir tantas pessoas com uma simples acção que, poderia ter sido realizada de outra forma se tivesse sido ponderada com mais calma e precisão?
Eu julgo que não é justo.

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